A evolução histórica da esquistossomose está diretamente relacionada às medidas de controle da doença ao longo dos anos. Muitos avanços foram alcançados, mas alguns desafios precisam ser ultrapassados. Dentro deste contexto, com relação à evolução histórica e epidemiológica da esquistossomose.
Com base no enunciado, marque CERTO ou ERRADO para cada alternativa:
(A)
PARABÉNS! VOCÊ ACERTOU!
Em 1996, foi criado o Sistema de Informação do Programa de Controle da Esquistossomose (SISPCE) na tentativa de se monitorar as ações do PCE. Esse sistema, utilizado até os dias de hoje, disponibiliza informações referentes às atividades desenvolvidas pelo PCE nos MUNICÍPIOS ENDÊMICOS, fazendo uso de um banco de dados que permite a análise da situação epidemiológica desses municípios (GOMES; COUTINHO; BARBOSA, 2017).
(B)
PARABÉNS! VOCÊ ACERTOU!
Essa endemia atinge 19 unidades federativas (BRASIL, 2016), sendo a região nordeste do país marcadamente a mais endêmica, na qual se destaca os estados de Alagoas, Sergipe, Bahia e Pernambuco (PELLON & TEIXEIRA, 1950 E 1953; SUCAM 1981; NOYA et al., 2015). Também é importante destacar as altas prevalências registradas no estado de Minas Gerais, que apresenta as três espécies de caramujo vetor de importância epidemiológica no país (BRASIL, 2008).
(C)
PARABÉNS! VOCÊ ACERTOU!
A magnitude da esquistossomose também pode ser constatada através dos indicadores de saúde que expressam sua gravidade, tais como a taxa de internação hospitalar e os óbitos causados pela doença (GOMES; COUTINHO; BARBOSA, 2017).
(D)
PARABÉNS! VOCÊ ACERTOU!
De acordo com dados mais recentes, o DALYs para a esquistossomose no mundo passou de 4,5 milhões em 1990 (BRASIL, 2014) para 3,31 milhões em 2010 (HOTEZ et al., 2014).
(E)
PARABÉNS! VOCÊ ACERTOU!
O Brasil é o país mais afetado das Américas, onde estima-se que 1,5 milhão de indivíduos estejam infectados pelo Schistosoma mansoni (NOYA et al., 2015).
Como se sabe, para que seja possível impedir ou reduzir a transmissão de uma doença parasitária como a esquistossomose é necessário conhecer com detalhes o ciclo biológico do parasito e consequentemente sua forma de transmissão. Neste contexto, analise as seguintes afirmativas:
I) O S. mansoni apresenta cinco estágios evolutivos: verme adulto, ovo, miracídio, cercaria e esquistossômulo.
II) A cercária é a forma juvenil do S. mansoni.
III) O habitat do verme adulto é o fígado, portanto, é um parasita tissular.
IV) Um único miracídio (forma infectante para o caramujo vetor) pode dar origem a centenas de cercárias, todas do mesmo sexo.
V) A cercária (forma infectante para o homem) é liberada pelo caramujo na presença de luz e calor e, apesar de poder viver até 48h, sua capacidade de penetração no hospedeiro definitivo restringe-se as primeiras 12h de vida livre.
A transmissão da esquistossomose depende de inúmeros fatores biológicos e ambientais relacionados aos hospedeiro definitivo e intermediário do parasito. Dentro dessa perspectiva, marque a alternativa que apresenta a sequência correta para complementar as lacunas nas sentenças abaixo:
I) As coleções hídricas de água doce são consideradas __________________ do _________________ da esquistossomose.
II) A capacidade do caramujo do gênero Biomphalaria sp. sobreviver a períodos de estiagem é denominada _____________________.
III) A presença de _____________________ liberando cercárias caracteriza um _____________________ da esquistossomose.
A evolução histórica da esquistossomose está diretamente relacionada às medidas de controle da doença ao longo dos anos. Muitos avanços foram alcançados, mas alguns desafios precisam ser ultrapassados. Dentro deste contexto, com relação à evolução histórica e epidemiológica da esquistossomose.
Com base no enunciado, marque CERTO ou ERRADO para cada alternativa:
(A)
PARABÉNS! VOCÊ ACERTOU!
Em 1996, foi criado o Sistema de Informação do Programa de Controle da Esquistossomose (SISPCE) na tentativa de se monitorar as ações do PCE. Esse sistema, utilizado até os dias de hoje, disponibiliza informações referentes às atividades desenvolvidas pelo PCE nos MUNICÍPIOS ENDÊMICOS, fazendo uso de um banco de dados que permite a análise da situação epidemiológica desses municípios (GOMES; COUTINHO; BARBOSA, 2017).
(B)
PARABÉNS! VOCÊ ACERTOU!
O Brasil é o país mais afetado das Américas, onde estima-se que 1,5 milhão de indivíduos estejam infectados pelo Schistosoma mansoni (NOYA et al., 2015).
(C)
PARABÉNS! VOCÊ ACERTOU!
A magnitude da esquistossomose também pode ser constatada através dos indicadores de saúde que expressam sua gravidade, tais como a taxa de internação hospitalar e os óbitos causados pela doença (GOMES; COUTINHO; BARBOSA, 2017).
(D)
ATENÇÃO
Essa endemia atinge 19 unidades federativas (BRASIL, 2016), sendo a região nordeste do país marcadamente a mais endêmica, na qual se destaca os estados de Alagoas, Sergipe, Bahia e Pernambuco (PELLON & TEIXEIRA, 1950 E 1953; SUCAM 1981; NOYA et al., 2015). Também é importante destacar as altas prevalências registradas no estado de Minas Gerais, que apresenta as três espécies de caramujo vetor de importância epidemiológica no país (BRASIL, 2008).
(E)
ATENÇÃO
De acordo com dados mais recentes, o DALYs para a esquistossomose no mundo passou de 4,5 milhões em 1990 (BRASIL, 2014) para 3,31 milhões em 2010 (HOTEZ et al., 2014).